Comportamento

Seis frases que devem ser evitadas ao discutir a relação

GETTY

Todo casal normal briga de vez em quando. Farpas surgem dos dois lados e, quando você vê, já falou um monte de coisas só de raiva, com palavras nem um pouco amigas. É dureza, mas vale ter cuidado com o que vai falar nessa hora — algumas frases podem causar mágoas profundas e ajudar a naufragar a relação, em vez de salvá-la. Pior: não vão resolver na-da. Veja alguns exemplos:

1. “Meu ex não fazia/falava/agia desse jeito!”

Vamos combinar que não é nada inteligente jogar isso na cara de alguém. Afinal, se o ex fosse muito incrível, ainda estaria aí. Mesmo que o objetivo seja fazer uma crítica que faça o outro mudar ou melhorar alguma coisa, comparações podem criar insegurança à toa. Esta frase pode afetar a autoestima de quem a ouve, além de gerar reações defensivas ou agressivas. Ou seja…

2. “Nunca mais quero te ver!”

Dita da boca para fora, é típica de quem está com raiva. Se a ideia é dizer que vai embora só porque quer mudar a situação, esqueça: a frase pode ser encarada como falta de vontade para resolver o assunto. Use-a só se estiver decidida de verdade.

3. “Você não serve para nada mesmo!”

A DR é normal na vida do casal. Mas falar coisas que desqualifiquem o outro pode ser bem destrutivo. Ou você quer dar margem a mais dor, mágoa, raiva e agressividade?

4. “Por sua causa eu não consegui aquele trabalho/aquela vaga/aquela viagem/me formar!”

Não adianta botar a culpa no outro. Somos grandinhas e responsáveis por nossas escolhas, certo?

5. “Nossa, como você é infantil!”

Mesmo que o boy queira atenção e aja como um bebê mimado, ninguém gosta de ser tratado como criança — como se não tivesse maturidade para resolver um problema.

6. “Queria que fosse como no início do nosso namoro!”

Ah, jura? E tem como? Querer que tudo seja como no começo é uma fantasia. Afinal, o relacionamento molda as pessoas.

Fontes: Luciano Passianotto, psicoterapeuta e terapeuta de casais; Carmen Cerqueira Cesar, psicoterapeuta e terapeuta de casais; Alexandre Bortoletto, instrutor da SBPNL (Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística); Maria Fernanda Maluf, psicóloga especialista em Sexualidade Humana pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Tags

Comentar

Clique aqui para postar um comentário

Redes Sociais

/ Free WordPress Plugins and WordPress Themes by Silicon Themes. Join us right now!