11 de Setembro: 25 anos de um trauma global que ainda perdura

2 dias atrás

Foto: Joshua Santos / Pexels

No dia 11 de setembro de 2001, o mundo assistiu atento ao horror que se desenrolava em Nova York, quando terroristas da Al Qaeda sequestraram aviões e os lançaram contra as torres gêmeas do World Trade Center. Quase 3 mil pessoas perderam a vida ao longo desse dia fatídico, também marcado pelo ataque ao Pentágono e pela queda do quarto avião em Shanksville, na Pensilvânia.

Completando 25 anos, os registros das explosões e do desabamento dos prédios ainda ecoam na memória coletiva. O professor Eugênio Bucci, da USP, destaca que as imagens transmitidas em tempo real geraram um trauma indelével, revelando que “todas as pessoas no mundo inteiro são capazes de se lembrar onde estavam quando tiveram notícia daquele acontecimento”. Essa viralização de conteúdo na televisão ao vivo fez com que muitos sentissem o tempo como "congelado" durante o evento.

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O empresário brasileiro Márcio Boruchowski, que trabalhava nas proximidades, compartilha que o som do impacto dos aviões e o momento do desabamento o marcaram profundamente, descrevendo o que presenciou como "o maior barulho que se faz quando cai uma ou duas torres de 100 andares". Ele recorda com vivacidade que a "demora para cair foi muito chocante", evidenciando como momentos como esse ficam gravados na memória por toda a vida.

Além do impacto imediato, os efeitos secundários do atentado perduram. Aproximadamente 400 mil pessoas foram expostas a poeira tóxica, enquanto a remoção de 1,8 milhão de toneladas de escombros levou meses. Em junho de 2028, está marcado o julgamento de Khalid Sheikh Mohammed, acusado pela orquestração dos ataques, em um tribunal militar, que também processará outros três co-réus. Esse episódio trágico e suas repercussões continuam a reverberar na história contemporânea.

Com informações de Agência Brasil.

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