Irã promete resistência às novas sanções dos EUA e fala em retomada de negociações

1 mês atrás

Foto: Xezer.Abd / Pexels

O Irã se manifestou firmemente contra a recente ampliação das sanções impostas pelos Estados Unidos, prometendo que reagirá a essas medidas que visam a isolar sua economia. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou ao longo da última segunda-feira (24) novas sanções que atingem 60 indivíduos e entidades, mas não incluem grandes bancos chineses que facilitam o comércio de petróleo iraniano, o que levanta questionamentos sobre a eficácia da pressão americana.

Abbas Golroo, chefe da Comissão de Relações Exteriores do Parlamento iraniano, informou que o chefe do Exército do Paquistão, Asim Munir, entregou uma mensagem dos EUA ao Irã, sugerindo que o principal objetivo era retomar as negociações em atraso. O Departamento do Tesouro alertou que países que continuarem a negociar com o Irã poderiam enfrentar consequências financeiras, embora não tenha especificado quais nações estariam em risco.

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Os preços do petróleo caíram pelo segundo dia consecutivo após as novas sanções, com o mercado permanecendo cauteloso em relação à capacidade do Irã de interromper o transporte marítimo. A situação tem gerado tensões na região, especialmente no Estreito de Ormuz, já que qualquer bloqueio nas rotas de petróleo teria um impacto significativo no fornecimento global.

Em uma reviravolta nas negociações, o Paquistão afirmou ter feito progressos significativos para evitar a escalada do conflito e reabrir o Estreito de Ormuz, onde um petroleiro foi atingido por um projétil não identificado recentemente. O governo iraniano seguirá buscando alternativas dentro do direito internacional em sua relação com a China, reforçando que sua cooperação não pode ser interrompida.

Com informações de Agência Brasil.

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