Petrobras adere a subvenção para óleo diesel e preços são ajustados

6 minutos atrás

Foto: Kaushik Mahadevan / Pexels

Em uma decisão que promete impactar o mercado de combustíveis, o Conselho de Administração da Petrobras anunciou nesta sexta-feira (18) a adesão à subvenção econômica destinada a produtores e importadores de óleo diesel. Essa medida foi estabelecida pela Medida Provisória 1.391, publicada em 11 de setembro de 2026, e garante à estatal um subsídio de R$ 1 por litro para o óleo diesel do tipo "A", utilizado em transporte rodoviário. O acordo tem validade inicial de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais um período igual.

A implicação direta dessa subvenção é a transformação do valor recebido em um desconto no preço do combustível vendido às revendedoras. Essa manobra financeira segue a lógica de controle de preços, que está sendo realizada enquanto a Petrobras também anunciou um aumento de R$ 1 no preço do litro do diesel que abastece as revendedoras, sugerindo que a empresa visa manter o preço final do produto estável no mercado. A estratégia vem em um cenário em que os preços de combustíveis têm gerado preocupação tanto em âmbito governamental quanto entre os consumidores.

🛒 Já pensou em levar óleo diesel pra casa? Veja na Amazon

Ver na Amazon

Link de afiliado — o SuperNews pode ganhar uma comissão sobre compras qualificadas.

Adicionalmente, a Petrobras revelou que recebeu uma parcela de R$ 448 milhões referente ao Programa de Subvenção Econômica à comercialização de gasolina, correspondente ao período de 16 a 31 de julho. Com isso, o total acumulado recebido pela estatal dos programas de subvenção ao diesel, gasolina e GLP já atinge impressionantes R$ 9,9 bilhões.

Essa estratégia de subsídio pode ser vista como uma tentativa da Petrobras de equilibrar os custos e mitigar a insatisfação popular com aumentos sucessivos nos preços dos combustíveis, que podem ter efeitos diretos na economia. Com as pressões inflacionárias, o futuro da política de preços da companhia continua sendo monitorado de perto pelos analistas de mercado e pelo governo.

Com informações de Agência Brasil.

Go up