Taxa de desemprego cai para 5,3%, o menor patamar desde 2012
1 mês atrás

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre encerrado em julho, marcando o menor índice para este período desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua), em 2012. Em comparação ao trimestre anterior, que registrou uma taxa de 5,8% e ao mesmo período do ano passado, com 5,6%, a redução é um sinal positivo para o mercado de trabalho.
Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelaram que o número total de ocupados no Brasil atingiu 103,3 milhões, o maior desde o início da Pnad. Esse incremento no emprego é impulsionado especialmente pelo setor de construção civil, que contribuiu para um aumento significativo no número de pedreiros e trabalhadores da construção de edifícios.
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O analista da pesquisa, William Kratochwill, mencionou que as mudanças tecnológicas têm influenciado positivamente a geração de empregos, destacando a eficácia de ferramentas como smartphones e bicicletas para aumentar a ocupação.
Outro ponto relevante é que a taxa de informalidade alcançou 37,5%, um leve aumento em relação aos 37,2% registrados até abril. Isso envolve trabalhadores sem carteira assinada e autônomos, que não têm acesso a benefícios trabalhistas. O número de desalentados, pessoas que desistiram de procurar emprego, foi de 2,3 milhões, apresentando uma redução de 9,7% no trimestre.
Embora o emprego mostre avanço, o rendimento médio do trabalhador caiu 0,7%, totalizando R$ 3.762, o que o IBGE considerou uma variação estável. Essas informações são coletadas por meio de visitas a 211 mil domicílios em todo o país, proporcionando um retrato abrangente do mercado de trabalho brasileiro.
Com informações de Agência Brasil.
